Cada módulo resolve uma etapa da formação de preço — e alimenta o seguinte. Não são ferramentas soltas: são elos de uma mesma cadeia de cálculo. Os exemplos abaixo são fictícios, e mudam de produto e de estado a cada seção: a plataforma não é feita para um segmento nem para uma praça fiscal específica.
Cada elo alimenta o seguinte, com a inteligência fiscal vigiando a classificação em todo o percurso. Um câmbio novo, uma alíquota alterada ou uma taxa de canal reprecifica a cadeia inteira — automaticamente.
Antes de falar em preço, é preciso fechar o custo. Três módulos constroem a base: o cadastro que dá identidade fiscal ao item, a importação que apura o custo nacionalizado e a estrutura fixa que define quanto cada unidade precisa cobrir.
A identidade fiscal do item. Cada produto carrega sua NCM, sua unidade e seu fornecedor — e é dessa amarração que todo o resto do cálculo depende.
| Produto | NCM | Un. |
|---|---|---|
| Fone de ouvido bluetooth | 8518.30.00 | CX |
| Kit de ferramentas manuais | 8205.59.00 | CX |
| Luminária de mesa LED | 9405.42.90 | UN |
| Mochila esportiva | 4202.92.00 | UN |
| Cadeira gamer | 9401.71.00 | UN |
A DUIMP entra e sai o custo nacionalizado item a item. Cada tributo e cada despesa do processo é rateado pelo critério correto — não por uma média que distorce os extremos.
Aluguel, folha e administrativo não desaparecem porque são difíceis de ratear. Aqui eles entram no preço com critério declarado e volume esperado — não como um percentual inventado no fim da conta.
Parâmetros ilustrativos. A meta de cobertura entra na formação como piso, não como markup.
Com o custo fechado, o preço deixa de ser multiplicação. Os tributos incidem sobre o próprio preço, e resolver essa circularidade é o que separa formar preço de chutar markup. Ao lado do motor, dois módulos vigiam o que pode mudar o resultado depois: a classificação fiscal do item e a viabilidade dele em cada canal.
O método “por dentro”: o preço que entrega exatamente o lucro meta depois de todos os tributos que incidem sobre ele mesmo. Quatro cenários tributários calculados lado a lado, com o lucro verificado ao final — não estimado.
Exemplo fictício, cenário Consumidor Final MG. Lucro meta de 30% sobre o custo; as despesas administrativas de 1,5% já estão embutidas no preço base.
A camada que vigia a classificação. O catálogo inteiro é cruzado com a TIPI vigente, item a item: NCM fora de formato, código que não existe mais, IPI não tributado, lote com validade curta. O sistema aponta antes que o erro chegue à nota — ou ao preço.
O preço é formado para venda direta; o canal aplica a própria fila de taxas depois. Quando essa carga supera o lucro embutido, a margem fica negativa — resultado correto, não defeito: o preço não foi formado para aquele canal. Este módulo traduz o diagnóstico em recomendação.
| Canal | Carga de taxas | Viável? |
|---|---|---|
| Canal X · marketplace | 34,8% | Não |
| Canal Y · marketplace | 22,5% | Sim |
| Loja própria | 9,0% | Sim |
Duas leituras do mesmo item: até onde o preço atual aguenta, e qual meta o tornaria viável no canal mais caro.
Preço de nota não é dinheiro na conta. Entre um e outro há uma fila de descontos que só aparece quando alguém a soma — e é ela que decide se o SKU dá lucro naquele canal.
Cada canal tem sua própria fila de taxas. O waterfall abre linha a linha o que o marketplace, o gateway e o frete retiram do preço anunciado — com os percentuais do seu contrato, não com médias de mercado.
Sobra do canal antes dos custos internos — produto, tributos e despesas entram na etapa seguinte.
A pergunta certa não é “esse produto dá lucro?”, e sim “dá lucro neste cenário e neste canal?”. O comparativo põe os cenários lado a lado com o mesmo lucro meta — e mostra que o preço necessário e a margem final mudam bastante.
| Cenário ICMS | Preço de nota | Margem |
|---|---|---|
| Consumidor Final MG 18% | R$ 180,11 | 21,1% |
| Revenda BA 12% | R$ 161,15 | 22,4% |
| Cons. Final PR 19% | R$ 183,72 | 20,9% |
| Interestadual 7% | R$ 148,15 | 23,5% |
A meta é a mesma; o que muda é o ICMS do cenário, o preço necessário para alcançá-la e a margem que sobra.
O câmbio subiu, o comprador pediu desconto, o volume dobrou. Antes de comprometer o preço, mova as variáveis e veja o efeito na margem — inclusive até onde o desconto pode ir antes de inverter o sinal. A cotação de partida vem do PTAX do Banco Central.
Isto não é um módulo de precificação — é o que garante que o dado, o acesso e o histórico da sua operação estão protegidos e auditáveis.
MFA disponível para todas as contas — uma camada a mais antes de qualquer acesso à precificação.
Cada pessoa vê e altera só o que o papel dela permite — do analista ao sócio, e do contador ao cliente dele.
Todo recálculo fica registrado com quem mudou, o que mudou e quando — a rastreabilidade que a planilha nunca teve.
Aceite formal registrado com data, IP e User-Agent, e o PDF da versão aceita disponível a qualquer momento.
Produtos, NCM, fornecedores e parâmetros fiscais em um só lugar.
DUIMP com custo nacionalizado por item, em segundos.
Custos fixos rateados no preço com critério — não no chute.
Preço por cenário tributário, com lucro verificado por dentro.
Catálogo cruzado com a TIPI vigente, EX-tarifário e alerta de validade.
Lucro meta necessário e carga de canal suportada, canal a canal.
Marketplace, loja própria e B2B com as taxas reais de cada canal.
Margem por item, por canal e por pedido — nominal e real.
Câmbio PTAX, desconto e volume — impacto na margem em tempo real.
MFA, papéis por equipe, auditoria completa e aceite formal de LGPD/DPA.
Converse com um consultor Axis e veja como a plataforma se encaixa na sua operação.
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